A história

BHALLO

enviado sem caminho de volta

O nome veio antes de eu entender o que significava. Ficava ecoando na minha cabeça até eu pesquisar. Quando descobri o que queria dizer, fez sentido: eu tinha voltado pra ficar, não pra passar. E quem entra na BHALLO, entra pra ficar.

01

O nome

Eu voltava de São Paulo pra São Gonçalo com uma palavra ecoando na cabeça: ekballo. Não sabia o que era. Fui pesquisar. Vem do grego e significa enviado sem caminho de volta. Aí fez sentido: eu tinha voltado pra ficar, não pra passar uma semana. A marca é sobre isso. É sobre mim, e não tem como ser sobre mais ninguém.

02

De onde eu vim

Cresci vendo minha mãe costurar e vender roupa sozinha, no boca a boca, e sempre dar certo. Nunca me vi trabalhando pros outros. Sempre tive na veia que aquele não era o meu lugar. Fui pra São Paulo tentar viver de música. Vivi a bonança e depois o fundo do poço: comissão que mal pagava a comida, 40 minutos a pé até o ponto de ônibus, a autoestima no chão. Voltei pro Rio quebrado, com R$ 500 e um sonho muito louco. Foi daí que nasceu a BHALLO.

03

O primeiro drop

Eu não tinha estrutura, não tinha fotógrafo, não tinha caixa pra investir. Peguei o cartão da minha mãe, montei o primeiro drop e coloquei pra vender. Sumiu em quinze minutos. O hype em São Gonçalo foi na hora. Foi ali que eu tive certeza: não tinha mais caminho de volta.

Nascemos para a grandeza.
04

Cada drop é uma história real

Eu não invento nada. Todo drop é o que eu estou vivendo por dentro. O Questions veio das perguntas que eu fazia sobre mim mesmo, sem saber se estava no caminho certo. O Changes veio das mudanças que eu precisei fazer pra achar as respostas. O Gigantes é sobre encarar o que é maior que você, ser o menos esperado e ir pra cima mesmo assim. Você veste a fase que eu atravessei, e provavelmente a que você está atravessando também.

05

Não é só camisa

A BHALLO reflete as neuroses da nossa geração: as perguntas, a pressão, a vontade de ser mais do que o comum. Quando você veste BHALLO, você não comprou uma camisa. Você entrou numa comunidade. Meu maior sonho nunca foi vender roupa. Sempre foi impactar pessoas, e fazer isso em escala. É isso que a marca é: um propósito, uma peça de cada vez.

Você foi enviado. E não tem caminho de volta.

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